COSEMS/RS participa da inauguração da primeira Base Regional da Força Nacional do SUS em Porto Alegre
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O Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Sul (COSEMS/RS) participou, nesta sexta-feira (26), da inauguração da primeira Base Regional da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS), instalada em Porto Alegre. A estrutura, resultado de uma articulação entre o Ministério da Saúde, a Secretaria Estadual da Saúde, o Grupo Hospitalar Conceição (GHC) e os gestores do SUS, será referência para os três estados da Região Sul e reforça a capacidade de resposta diante de desastres climáticos e outras emergências em saúde pública.

Representaram o COSEMS/RS o presidente, Régis, e o secretário-executivo, Diego Espíndola. Também participaram da solenidade o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o secretário municipal de Saúde de Porto Alegre, Fernando Ritter, e o diretor da Força Nacional do SUS, Rodrigo Stabeli, entre outras autoridades.
A unidade é a primeira de oito bases regionais que serão implantadas em todo o país e contará com uma equipe permanente de 44 profissionais especializados, além de estrutura e equipamentos destinados ao atendimento de urgência em situações de desastres, catástrofes climáticas e outras emergências sanitárias.
Durante a cerimônia, o ministro Alexandre Padilha destacou que a descentralização da Força Nacional permitirá maior integração entre os gestores municipais, estaduais e o Governo Federal, além de ampliar a capacidade de preparação dos profissionais e garantir respostas mais rápidas em situações de crise.
A escolha do Rio Grande do Sul para sediar a primeira base permanente leva em consideração a experiência recente do estado no enfrentamento de eventos climáticos extremos, especialmente após as enchentes de 2023 e 2024, consolidando o território como referência nacional na construção de estratégias de prevenção e resposta.

Para o COSEMS/RS, a implantação da Base Regional representa um importante avanço para o fortalecimento da gestão do SUS nos municípios. A estrutura permanente amplia a articulação interfederativa, fortalece o apoio técnico aos gestores municipais e contribui para que o estado esteja mais preparado para enfrentar eventos climáticos extremos e outras emergências de saúde pública.






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