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O presidente do COSEMS/RS, Diego Espíndola, participou, na última sexta-feira, 2 de agosto, do Fórum Sul de Políticas de Saúde em Oncologia, do Instituto Oncoguia, que teve como temática o “Câncer: um problema de todos nós”. O evento aconteceu nas dependências do Hotel Laghetto Vertice Manhattan, em Porto Alegre/RS. Na ocasião, Espíndola falou aos presentes sobre os “Desafios do Gestor Municipal no Diagnóstico do Câncer”, onde abordou os seguintes pontos: a Rede de Serviços Oncológicos Ambulatorial/Hospitalar por Macrorregião no Estado do Rio Grande do Sul; principais desafios existentes na linha de cuidado da oncologia; dados de produção ambulatorial e hospitalar nos últimos três anos; dados comparativos de mortalidade por neoplasias – Brasil e Estado do Rio Grande do Sul nos últimos 10 anos e propostas para qualificação da linha de cuidado da Oncologia.

O Fórum Sul de Políticas de Saúde em Oncologia debateu os principais problemas enfrentados pelos pacientes oncológicos que dependem do SUS e/ou da saúde suplementar, reunindo diversos setores da sociedade - entre pacientes, familiares e representantes de instituições de saúde, entidades de classe, sociedades médicas, governo e gestores públicos - para uma discussão profunda, democrática e assertiva.

Câncer é um termo genérico para um grande grupo de doenças que pode afetar qualquer parte do corpo. Outros termos utilizados são tumores malignos e neoplasias. Uma característica que define o câncer é a rápida criação de células anormais que crescem além de seus limites habituais e podem invadir partes adjacentes do corpo e se espalhar para outros órgãos, processo referido como metástase. A metástase é a principal causa de morte por câncer.

O câncer avança, e 18,1 milhões de novos casos serão registrados em 2018 no mundo, com um total de 9,6 milhões de mortes. Os dados foram publicados nesta quarta-feira (12) pela Agência para a Pesquisa do Câncer, entidade ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS).

O levantamento alerta que, se nada for feito, as incidências vão atingir 29,4 milhões de novos casos em 2040, uma expansão de 63% nos próximos 20 anos. A mortalidade deve subir de 9,6 milhões de pessoas hoje para 16,3 milhões em 2040.

Essa é a primeira vez desde 2012 que novos números estão sendo publicados. Há cinco anos, eram 14,1 milhões de novos casos e 8,2 milhões de mortes. O que as entidades alertam, ainda, é que serão os países emergentes que mais registrarão o aumento de casos, com um salto de 62% até 2040 e um total de 10 milhões de novos casos.

De acordo com o levantamento, o Brasil somará em 559 mil novos casos de câncer, com 243 mil mortes, em 2018. Mas as projeções da entidade apontam que a doença pode sofrer um aumento de 78,5% até o ano de 2040, um dos maiores saltos entre as principais economias. No total, 998 mil novos casos serão registrados.

Hoje, o câncer mais frequente no Brasil é o de mama, com 85,6 mil casos, 15,3% do total. O segundo lugar é o de próstata, com 84,9 mil. Mas essa é a doença que mais mata entre os incidentes de câncer, com 30% dos casos. Atualmente, de acordo com o levantamento, um em cada cinco homens e uma em cada seis mulheres desenvolverão o câncer durante suas vidas. A taxa de mortalidade é elevada. Um em cada oito homens e uma em cada 11 mulheres morrerão pela doença.

No total, 43,8 milhões de pessoas no mundo estão vivendo os cinco anos de prevalência do câncer e 1,3 milhão delas estão no Brasil. Há cinco anos, eram 32 milhões de pessoas nessa situação. Se parte da explicação é a capacidade de um número maior de pessoas de sobreviver à doença, ela não é o único motivo.

De acordo com a pesquisa, o envelhecimento da população e mudanças de estilo de vida ligado ao desenvolvimento social são dois dos fatores que estão contribuindo para os números cada vez mais elevados.


 
 
 

O 2º vice-presidente do COSEMS/RS e secretário municipal da saúde de Rio Grande, Maicon de Barros Lemos, participou do Encontro Regional sobre Amiloidose Hereditária, evento promovido pela Associação Brasileira de Paramiloidose (ABPAR) e aconteceu no último sábado, 27/07, no Ritter Hotéis, em Porto Alegre. O objetivo é, junto a especialistas na área, discutir a enfermidade rara, bem como o seu diagnóstico e tratamento.

Anteriormente, na quinta-feira, 25, Maicon recebeu membros da ABPAR em Rio Grande, onde recebeu o convite para a participação no evento – representando os secretários municipais da saúde do estado - e discutir linhas de cuidado aos pacientes portadores da doença, que provoca atrofia muscular e perda progressiva dos movimentos e que, se não tratada, pode levar o paciente ao óbito em até 10 anos.

Os pacientes portadores de PAF têm, atualmente, como indicação, o ingresso na lista de transplante a busca de órgão, neste caso o fígado, uma vez que é nele que é produzida a Transtirretina (TTR), uma proteína responsável pelo transporte de hormônios e que, a partir de sua mutação, provoca a patologia. Também é uma alternativa o tratamento medicamentoso, porém de alto custo e que ainda não está disponível pelo SUS.

O COSEMS/RS está na luta pela divulgação e promoção de informações sobre doenças raras à população gaúcha, bem como na inclusão do cuidado e tratamento via saúde pública, um direito garantido pelo Sistema Único de Saúde, e que sempre deve ser aprimorado, visando o bem-estar de todas e todos.


 
 
 

Comunica aos (as) secretários (as) municipais da saúde do Rio Grande do Sul sobre a prorrogação para a data de envio dos dados do censo vacinal de febre amarela no estado.

Agora, as informações podem ser enviadas ATÉ O DIA 30/08/19.

A realização do censo é muito importante para a saúde de todos os gaúchos e gaúchas! Se necessário, firme parceria com entidades de outros setores para o fortalecimento do censo, como sindicatos e conselhos locais de comunidades rurais, Emater, cooperativas de trabalhadores rurais, dentre outras.


 
 
 

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